sábado, 3 de novembro de 2007

Viagem para RJ e MG - Outubro de 2007




Saímos de Laguna com nossa XT rumo ao Sudeste do país. Planejavamos conhecer as cidades de Paraty, Petrópolis e as cidades históricas de Minas Gerais.

No primeiro dia, após oito horas de viagem conseguimos chegar até Santos/SP. Parece pouco, mas para quem ainda não estava acostumado, é muito...









Pernoitamos na casa da tia Silene e seguimos cedinho para o Rio de Janeiro. A estrada litorânea de São Paulo ao Rio de Janeira é linda, não resisitimos e tomamos um banho em Toque-Toque, hehehe...nos vestimos e seguimos viagem.






O dia estava muito quente, passar pela ponte Rio/Niterói com trânsito parado não foi nada fácil.



Finalmente chegamos à Paraty. Que cidade aconchegante. Fizemos um passeio no centro histórico durante a tarde. À noite, a cidade se transforma, muitos turistas, principalmente estrangeiros, circulam pelas ruas de pedra ou ficam nas mesas dos inúmeros bares e restaurantes.


No dia seguinte, fizemos um passeio de barco que durou o dia todo. Conhecemos diversas ilhas. O passeio é muito barato. Custa em média cinqüenta reais por pessoa, inclusive com a refeição.




No outro dia, seguimos para Petrópolis.


Agora entendi porque a família real passava o verão na serra....hehe... lá o ar é fresco, diferentemente do calor infernal do litoral...

Conhecemos o museu da família real, a casa do Santos Dumont, o palácio Cristal



A ansiedade tomava conta, queríamos mesmo conhecer Ouro Preto, Mariana, São Joao Del Rey.

Nossa expectativa foi superada.

Chegamos a Ouro Preto ainda pela manhã. Conseguimos uma pousada próxima ao centro histórico. Isso é importante para quem viaja de moto. Afinal, sair de moto para os passeios noturnos não é legal.



Nos três dias que ficamos na cidade, conhecemos "algumas" igrejas de Ouro Preto e Mariana, passeamos pelas ladeiras de pedra sabão, visitamos museos e saboreamos a maravilhosa comida mineira.... tutu de feijão, torresmo, feijoada, goiabada com queijo... Simplesmente inesquecível....hehhe

Conhecemos ainda as esculturas de Aleijadinho em São João Del Rey...

A volta foi mais rápida. Como tínhamos os dias contados, rodamos muito nos dias de retorno. Pernoitamos em SP e chegamos a nossa querida Laguna.

Vimos que algumas coisas são imprescindíveis para levar na bagagem. Por exemplo, detergente para lavar as viseiras, óleo para corrente sempre a mão, muitas embalagens plásticas para separar a roupa suja...hehehe... e claro, um lanchinho sempre a mão, pois nem sempre é possível parar para comer.

Foi um belo preparo para nossa viagem para o Ushuaia.

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Passeio para Curitiba - Outubro de 2007

Aproveitamos o feriado do dia 12 de outubro de 2007 para acompanharmos a estréia da moto do Victor num passeio a Curitiba.

Logo cedo, eu e o David nos dirigimos até a casa do Victor com nossa XT 660.

Victor e Enelita, sua esposa, já nos aguardavam, devidamente paramentados e equipados, prontos para curtir o primeiro passeio relativamente longo na nova moto, uma V-Stromn.
Logo depois, chegou o Juliano com sua Bandite.

Breve parada em Joinville. A sexta integrante, Bárbara, garupa do Juliano, completou o grupo.
A finalidade do passeio foi curtir as motocicletas e a reunião dos melhores amigos. O destino desprentensioso.

O tempo colaborou, o sol deu o ar da graça e quando chegamos a capital paranaense, a expressão de alegria era visível em todos.

Tínhamos a intenção de visitarmos um casal de amigos, o Luiz e a Denise, que nos recepcionaram maravilhosamente bem em sua casa.

Dessa forma, nos dividimos e optamos por retornar sozinhos no domingo pela manhã.

Valeu a companhia, a parceria e breve marcaremos outros passeios.






segunda-feira, 30 de julho de 2007

Passeio para o Cânion Fortaleza-Cambará do Sul

Destinados a conhecer o segundo maior cânion do Brasil, Cânion Forteleza, localizado no Parque Nacional dos Aparados da Serra, em Cambará do Sul, saímos sábado pela manhã de Laguna, com nossa XT, acompanhados de um casal de amigos, Nirton e Marina, que nos seguiram em "carro de apoio".

Ao chegarmos em Tubarão, fomos surpreendidos por um frio intenso, que só se intensificou durante toda a viagem. Nossas mãos ficaram "petrificadas".

Escolhemos o caminho off-road, para desespero do Nirton. Seguimos por Turvo, Jacinto Machado, subimos a Serra da Rocinha e, por fim, Cambará do Sul.

O caminho tem muitas pedras soltas, o risco de queda é grande. Além disso, há diversas bifurcações, que exigem um bom mapa.

Chegamos em Cambará do Sul por volta da uma da tarde. Almoçamos numa maravilhosa Cantina Italiana. Vinho excelente, polenta, queijo e chuleta na chapa.

Dali seguimos em direção a pousada que havíamos reservado. Lá descobrimos que a reserva foi essencial para o sucesso do passeio. No inverno a cidade fica lotada e corre-se o risco de não ter aonde dormir.

Aproveitamos o fim de tarde para apreciar o Cânion Fortaleza.


O Cânion Fortaleza possui 7,5 km de extensão, 900m de profundidade e 1500m de largura, é o segundo maior do Brasil. Nos dias com pouca nebulosidade é possível avistar o litoral gaúcho e catarinense. E fomos agraciados por um dia desses. Existe mais de 60 cânions na região. Apesar de todos parecerem, os mais famosos são o Malacara e o Fortaleza. Ao pisar na borda de um cânion, a sensação de liberdade e medo invadem o corpo. Indescritível.

A noite, o frio foi muito intenso. Noticiou-se que foi o dia mais frio do ano de 2007. Pudera, ficamos a noite toda a beira do fogão de lenha, bebendo vinho e confabulando.



No dia seguinte, a superfície do açude estava congelada. Os veículos também.

Após um belo café da manhã, seguimos para casa. Optamos por um trajeto diferente. Descemos pela Serra do Faxinal, passamos por São João do Sul e, por fim, BR-101. Caminho tranquilo, sem aventura, mas a escolha foi parabenizada pelos nossos parceiros, que elegem o trajeto de asfalto em qualquer passeio.



sábado, 21 de abril de 2007

Passeio para Urubici - abril de 2007




Manhã de sábado ensolarada, saímos de Laguna em nossa Xt 660 para um passeio despretensioso...
Seguimos pela estrada SC-439 e subimos a Serra do Corvo Branco, que possui aproximadamente 1.460 m de altura. Ao topo, uma lembrança certamente ficará registrada em nossa memória, a estrada cruza dois paredões de 90 m(segundo informações do centro turístico, é o maior corte vertical feito em uma rocha no Brasil) . Seguimos em direção a Urubici. O tempo estava perfeito, sem umidade, propicio para subir o Morro da Igreja, considerado um dos pontos mais altos do sul do Brasil com 1.828 metros de altitude, terceiro mais alto do país. A subida é toda asfaltada até o cume, lá está situado os radares e uma base da Aeronáutica.Conseguimos visualizar até o farol de Santa Marta/Laguna.

Do topo, também foi possível avistar e admirar a Pedra Furada, uma intrigante obra da natureza, com uma abertura de 30 metros de circunferência.

Encontramos um grupo de CGzeiros (uns 20 casais) visitando o local.

Depois, seguimos em direção ao Centro, onde almoçamos num restaurante muito bom, Restaurante Sabor Serrano. O sabor do churrasco de ovelha que comemos no local ainda está registrado na memória....

Retornamos para casa pela Serra do Rio do Rastro.

Ainda não tínhamos equipamentos apropriados, no fim da tarde já estava frio, sofremos para chegarmos em casa.

Praticamente todo o trajeto é rural, por isso o passeio transmite tranqüilidade, paz de espiríto.

quinta-feira, 15 de março de 2007

TransAndina 2007

Em dezembro de 2006 tive de marcar minhas férias.

Havia recém casado, mudado de cidade, de emprego e tudo era muito novo e reluzente.

Mas as férias estavam ali. Tinha 12 dias pra queimar, obrigatoriamente.

Não sei bem o porquê, mas sempre tive uma atração pelos Andes. Também tinha um fascínio – acho que devido à natação diária – de conhecer o oceano Pacífico.

Pacífico. Andes. Andes. Pacífico.

De repente, o 'estalo': Claro, vamos cruzar os Andes e tomar um banho de mar no Pacífico! Perfeito!
Convidei meus pais e tivemos uns dois meses pra planejar o percurso e os demais pormenores da viagem.

Definimos o trajeto sem muitos pontos fixos. Iríamos até o litoral central do Chile, passando por Santiago e Mendoza na Argentina.

Seguro CARTA VERDE ok, zarpamos de Laguna/SC no dia 10 de março de 2007.

Descemos aproximadamente 920 kms e pernoitamos em Uruguaiana/RS.

NO dia seguinte, a meta era Córdoba. Acordamos bem cedo, tomamos aquele café e rumamos à aduana Argentina.

O trâmite foi rápido e logo já estávamos nas Rutas .... longas, retas, monótonas, bem cuidadas Rutas argentinas.

O caminho até Córdoba é, literalmente, uma reta só.

Só muda um pouco o visual ao cruzarmos sob o rio Paraná na cidade de Santa Fé. Fizemos ali uma parada para um almoço rápido e prosseguimos viagem.

Fazia calor, retas e mais retas. E mais retas!!!

Mas estava muito divertido ... era tudo novo, diferente!

Chegamos à Córdoba no início da noite.

Subestimamos o tamanho da cidade e nos deparamos com uma grande metrópole ... metrópole no meio do nada ...

Muito trânsito, sem noção de onde se dirigir pra buscar um hotel.

Fomos meio que vagando pelas ruas da cidade, sem qualquer noção, à caça de hotéis.

Paramos em diversos. Uns horríveis, outros excelentes, mas fora da nossa programação de custos.

Depois de uma hora de penúria, encontramos um bom hotel com preço justo.

Cansados, foi um alívio estacionar "el coche", tomar um banho e sair pra jantar.

Acabamos comendo umas empanadas e tomando várias QUILMES (que delícia) num lanchonete bem próxima ao hotel.

Na manhã seguinte, acordamos e fomos passear/desbravar a cidade.

Antes do almoço, rodamos a região central, catedral, um museu, rua de comércio, tiramos fotos.

Almoçamos uma excelente parrilada por preço excelente (o câmbio PESOX REAL nos era mui favorável)


Demos mais umas voltas e 'esgotamos' o básico da cidade pro que tínhamos planejado (2 noites e 1 dia)

Era meio da tarde e não queríamos voltar pro hotel. Não sei bem como, mas alguém nos falou da cidade de Carlos Paz, vizinha.

Decidimos ir lá conhecê-la. Valeu a decisão.

A cidadezinha é uma graça. Tem um lago central e é um balneário no verão.

Retornamos ao hotel e dormimos cedo.

Acordamos no dia seguinte e o café da manhã seria o que veríamos nos outros dias todos. Medialunas, 1 copinho de suco e 1 xícara de café.

Pra quem está acostumado com frutas, pães frescos, frios, laticínios etc, é quase que uma ração de guerra!

Bom, abastecemos a caminhonete e rumamos em direção à Mendoza.

Subimos a região de ALTAS CUMBRES, uma 'prévia' das cordilheiras, é um zona belíssima, com visual ímpar.

Passamos por Vila Dolores, graciosa, e depois chegou o deserto.


Foi bem triste. Não sabíamos que o deserto era assim, tão ... tão ... DESERTO! Heheh!

Cruzamos 200 kms de areia próximo ao meio dia e era só asfalto quente, areia e reta!

Nada de vilarejos ou cidades.

A fome apertou e estávamos desprevenidos.

NO meio do nada, literalmente, avistamos a cidade de Lujan!

Bom, cidade é bondade. Parecia cidade fantasma de filme de velho oeste.

Adentramo-na à caça de restaurante ... nenhum.

Rodamos, a fome já doendo até as costas, batemos, procuramos e nada!
Qd já estávamos aceitando a hipótese de ficar sem comer nada mesmo, apareceu um bodega feia, mas que falaram fazia uns sandubas!

Bom, tinha cerveja bem gelada ... naquele calor já era um bom começo.

A tia disse q faria um rango lá ... bom, era o que tinha.

Era um bifão de boi, com pão e batatas fritas.

Encomendamos 4 para viagem.

Levou quase 1 hora pra ficar pronto ... se desse pra ficar tomando QUILMES tudo bem, mas não. Tínhamos que dirigir e só tomamos 2 litros.

Rango pronto, seguimos viagem e comemos dentro da pick up mesmo (era bem mais aprazível que a bodega da tia).

Avistamos diversos motociclistas ... bateu-me uma água na boca. Eram brasileiros, argentino, chilenos, indo e vindo. Muito legal e excitante!

Chegamos no final da tarde em Mendoza, depois de centenas de kms de deserto.

Pegamos bem a hora do rush e curtimos um congestionamento básico.

Caçamos um hotel e nos alojamos.

Tomamos um banho e imediatamente demos início ao desbravamento da cidade, que é uma pintura!

As ruas são repletas da árvore HERA, que faz sombra. Ao meio dia, vc fica completamente ao abrigo das sombras, um charme.


Sem falar na infinidade de barezinhos, restaurantes, parques, praças e tudo o q turista gosta.


Almoçamos num restaurante nota 10 por preço módico.


Visitamos várias praças (tem infinitas), centro histórico, lojas e mais lojas ..... tudo muito lindo.

A tarde fomos até termas de Cacheuta, nas cercanias.


Um local ao sopé das cordilheiras, com água límpida, plantação de azeitonas, uvas, diversas vinícolas.



Conhecemos uma vinícola (lá conhecidas por BODEGAS) e retornamos pro hotel.

Mendoza foi uma grata surpresa a todos. Uma cidade que todos devem conhecer, sem dúvidas!

No dia seguinte tomamos café de medialunas novamente e saímos pra cruzar os Andes em direção à Santiago.



À medida que fomos nos aproximando da base da cordilheira, o visual foi ficando cada km mais lindo.
Aquela aridez intercalada com montanhas enormes e imponentes é muito diferente do que estamos habituados aqui no litoral sul de SC!

Tiramos várias fotos, mas essa ao lado é a que melhor representa a diversidade da paisagem!

Quando começamos mesmo a subir a cordilheira, a Polícia Argentina nos parou. Nem quiseram saber de documentos, mas nos obrigaram a abrir todas as malas, pacotes, etc. Revistaram o carro, forração do teto, portas e tudo mais, à busca de drogas.

Ali começamos a sentir frio.

Depois de uns 15 minutos, os policiais, mui educados, nos desejaram boa viagem.

Mais alguns kms e chegamos à entrada do parque nacional onde está o monte Aconcágua!


Fotos e mais fotos. O lugar é lindíssimo, e, mesmo em março, a neve nos picos mais altos é muito chamativa.


Prosseguimos e logo chegou a fronteira com o Chile, após o túnel Cristo Redentor.

Papelada a ser preenchida, e revista completíssima, tanto pessoal como nas bagagens.

Pelo menos dessa vez não precisamos desfazer as malas, pois o lindo cão farejador cheirou tudo e nos liberou rapidamente.

Logo à frente, passamos pelos famosos "LOS CARACOLES"!

Isso sim se pode chamar de SERRA! São paroximadamente umas 20 curvas, quase todas de 180º. Saímos de 3800 metros de altitude pra 750 metros em uns 10 kms apenas.

A diferença de pressão era tanta, que as garrafas de água foram literalmente esmagadas quando chegamos lá embaixo.

Chegamos em Santiago final de tarde. Estacionamos a caminhonete em frente ao Palácio de La Moneda e fomos passeando e procurando hotéis.

Estava tudo lotado, pois havia um congresso mundial de telefonia móvel na cidade ... mas no final, conseguimos um hotel excelente por preço justo.

Nesse dia jantamos uma boa massa com frutos do mar, e, óbvio, muita cerveza!!

No dia seguinte visitamos museus, correios, catedral, fomos no morro onde se tem uma visão geral da cidade.



Visitação imperdível é passear vagarosamente pelo MERCADO PÚBLICO de Santiago!
Os frutos do mar são todos diferentes do que estamos acostumados, muito exótico para brasileiros.

E há também excelentes restaurantes e o preço do salmão é o mais convidativo!

(salmão in natura e grelhado ..... humm que delícia)


No final do dia, resolvemos ir à Viña del Mar.

Fomos correndo, pois queria pegar o por do sol no oceano e a noite já se aproximava.


Lá chegando, pegamos um baita congestionamento.


O dia se pondo e aquela angústia: preciso ver o por do sol ...

Ufa, enfim chegamos à praia. Rapidamente dei um banho no oceanos Pacífico (tava geladíssimo e as pessoas me olhavam e riam, achando que era louco! Bom, sou mesmo!)


Em poucos minuto os sol começou a se por ... foi muito emocionante para todos.

O dia estava lindo e a imagem do sol se pondo restará indelével em nossas recordações!




Jantamos em um shopping em Valparaíso e retornamos pra Santiago já alta noite!
No dia seguinte, cruzamos novamente a cordilheira (dessa vez saímos da autopista e fizemos um caminho vicinal, muito bonito, repleto de videiras)!
Almoçamos em Mendoza e resolvemos prosseguir viagem.
Atravessamos aquele deserto de novo e quando anoiteceu, vimos no mapa uma cidadezinha chamada Vila Mercedez. Era ali ou não seria, pois a próxima cidade estava centenas de kms à frente.
Saímos da auto pista e entramos no acesso à Vila Mercedez. Ficamos meio receosos, porque a entrada da cidade era muito feia.
Depois fomos chegando próximo ao centro e o patinho feio virou um belo cisne. A cidade era pequena, mas um charme.
Pegamos um hotel com facilidade e saímos pra comer uma pizza!

Foi uma das melhores pizzas que já comi!

Uma pequena circulada e cama!

No dia seguinte rodamos bastante e chegamos à Buenos Aires.
Pegamos um hotel num lugar meio sinistro, mas era próximo a uma estação de Subte e isso pesa.
Na manhã do outro dia, saímos pra fazer aquele TOUR básico em BsAs: Porto Madero, rua Florida, Plaza de Mayo e tudo mais.

Desta vez a cidade estava bem suja, nem parecia a BsAs que já conhecia.

Alguns "regalos" porque o câmbio era-nos muito favorável, não dava pra deixar passar!
Bom, curtimos BsAs e tava na hora de voltar porque as férias estavam se esgotando.
Pegamos a famigerada Ruta 14!
OS FDP dos canibais da Policia Caminera tentaram nos extorquir umas 5 vezes. Foi uma viagem pésssima! Estressante!
A cada posto policial, era uma tentativa. Nem gosto de lembrar.
Isso nos atrasou muito, nos revoltou e causou um desgaste emocional muito grande!
Sugiro a todos que forem pra Argentina a não pegarem a Ruta 14, que é o caminho mais próximo entre Uruguaiana e BsAs. Somente nessa província (Entre Rios) é que a corrupção entre os policiais é institucionalizada. É uma vergonha, mas os brasileiros são o alvo deles.
Há estradas vicinais ou faça o caminho por Santa Fé. Aumenta o trajeto, mas ali vc não terá problemas. Em todos os demais locais da Argentina, os policiais sempre foram muito educados e simpáticos!

Chegamos em Uruguaiana (ufa, como foi bom voltar ao nosso país depois de tantos vermes tentando nos extorquir) lá pelas 16 hs ... estávamos cansados.
Mas o tempo estava ótimo. Trocamos os pesos e dólares que restaram por reais e decidimos que voltaríamos pra Laguna sem parar!

Foi desgastante. Já estávamos a mais de 12 hs na estrada e ainda faltavam mais 940 kms até o lar.
Quando a noite caiu, eu e meu pai revezávamos a direção da pickup!
Foi tranqüilo até Porto Alegre. Depois o cansaço e o sono nos pegaram e a viagem ficou muito, muito desgastante.
Pra piorar, lá pelas 3 da manhã já em SC, um caminhão tombou na BR-101 e ficamos presos por uns 40 min.
Às 5 da manhã, 24 hs depois de sair de BsAs, chegamos à Laguna. Completamente moídos depois de mais de 1600 kms ininterruptos de viagem!

Somente o retorno foi desgastante por causa dos malditos policiais de Entre Rios.

Agradecimentos pela paciência de meus pais e pela parceria deles nessa aventura! Em breve vamos todos juntos novamente pro Sul da Argentina visitar o Glaciar Perito Moreno e demais atrativos!!!