ROAD AMERICA!
Iniciamos uma nova aventura: Desbravar os EUA em trinta dias, cruzando-o de oeste a leste.
Partimos de Florianópolis dia 02/09/2011 rumo a Los Angeles - Califórnia, com escala em SP e no Panamá, a bordo de um A-147 Copa Airlines.
Suportar vinte e duas horas dentro de vôo, não foi nada fácil. Contudo, pior foi ansiedade pela entrevista na imigração americana, temida por muitos.
O trâmite foi extremamente tranqüilo, após algumas perguntas fomos liberados. Seguimos para o Hotel Radisson, que reservamos previamente. Após algumas horas de merecido sono, fomos despertados pela luminosidade.
Em que pese o horário biológico pedir mais sono, seguimos para o saguão Do hotel para finalmente nos encontrar com os nossos grandes amigos de Natal, Ivan e Helena e, ainda, os ainda desconhecidos, Junior e Kleicy, que serão nossas companhias nestes dias de férias.
Alugamos um carro um Ford Expedition por U$700,00 para três dias, na locadora Avis, localizada ao lado do Hotel.
A bordo do nosso “carrão”, saímos para desbravar Los Angeles.
Visitamos o Observatório, onde pudemos sacar belíssimas fotos do cartão postal de LA, o letreiro Hollywood. Passamos por Bervely Hills, visitamos o Pier Santa Monica, fomos às compras de GPS no Best By. Realmente, os preços são muitíssimos convidativos. A vontade é de comprar tudo, isso que estamos no primeiro dia de viagem.
Dia 04/09 – Domingo
Acordamos cedinho, malhamos um pouco na “humilde” e “desestruturada” academia do hotel, encerramos a diária e optamos por conhecer Malibu. Recanto dos chiquérrimos, vimos muitos carros conversíveis, motos potentes, mulheres saradas. Cenas comuns nos seriados americanos. De lá, partimos rumo ao Vale da Morte. Soubemos que o registro de maior temperatura naquele local foi de 63 .o C, em 1923. A auto estrada é um tapete no meio do nada. A vegetação é desértica, temperatura externa em torno dos 47´ C. Suportável somente dentro do carro. Cada foto externa era um martírio. Quente demais. Recordamos diversos filmes em que cenas memoráveis foram gravadas em estradas desérticas como esta.
Como viajamos no modo “easy rider” – sem destino, acabou o dia e no GPS a cidade mais próxima era Beatty, já no estado de Nevada.
Estamos totalmente insertos no deserto de MOJAVE, e, chegando na cidade, uma ótima surpresa:
PENSE NUM FILME CLICHEZÃO DE FAROESTE. POIS BEATTY PODERIA SER FACILMENTE CENÁRIO DE TAL!
Nos hospedamos no MOTEL local, idêntico ao de tantos filmes, mas, em especial, igualzinho ao da película CORAÇÃO SELVAGEM,do David Lynch.
E, à frente do MOTE, um SALOON! Tudo muito caricato. Vc não sabe se está num filme ou se essa é a vida de verdade.
Só nos registramos e fomos direto pro SALOON tomar uns tragos.
A surpresa: O local estava com algumas figuras folclóricas, o som de arrochar,muito ROCK AND ROLL,folk e blues!
O cowboy da foto, travadaço, veio puxar papo comigo. Ficamos conversando e meu inglês está muito bom. Lá pelas tantas o cowboy com a “tongue”totalmente enrolada, tira o chapéu, coloca-o na frente do peito e vem falar na minha orelha .... aponta para Andressa e diz ..... “MUY BONIT”....
Eu me fingi de corno arisco e disse: She’s my wife, and I’m a jealous Guy! Hheheh
Ele novamente enfatizou a cena do chapéu e repetiu .... MUY BONITÂ ...
A risada entre nos foi geral, todos me chamando de chifrudo! Hehhe
Deixamos o SALOON depois de muita bereja gelada e um bom e típico Hamburguer.
Amanhã vamos ao Scoti’s Castle (uma atração dentro do Vale da Morte) e depois a Vegas!
THAT’S ALL FOLKS!
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LAS VEGAS – HOVER DAM – GRAND CANYON – Page (Utah)
Komrades:
Estamos sem dar muitas noticias pq a internet aqui em VEGAS e absurdamente cara.
Custa 5 dolares 1 hora de acesso. MOTIVO: Nenhum dos trocentos cassinos quer vc na net, quer vc no caca níquel!
Mas estamos curtindo muito e tudo ok!
Vamos La!
Chegamos a Las Vegas depois de conhecer o VALE DA MORTE, o único pto no hemisfério ociedental abaixo do nível do mar, quase 90 metros!
Clima devastador, calor absoluto, secura total!
Mas, em compensação, um local lindíssimo, cheio de atrações com estrutura pros visitantes.
Fomos ao pto mais baixo do Vale, local nominado BADWATER!
Um pequeno salar (se comparado com os da Bolivia), mas de clima abrazador.
Almoçamos e dali chegamos em Vegas.
Estamos hospedados no Stratosphere, a torre mais alta das Americas, com 109 andares e depois mais uns 50 metros no parque de diversões que fica em cima do prédio.
Os corajosos foram nos brinquedos, ficando pendurados por não mais que uma cadeirinha a mais de 450 metros do chão, encarando a morte certa La de cima.
A noite fomos badalar nas atrações que os cassino propiciam. Show das águas no BELAGIO, luzes, fotos.
Mas o quente do programa em Vegas estava reservado pro dia seguinte.
Acordamos bem cedo e rumamos de latão para o GRAND CANYON!
Antes, ainda bem próximos de Vegas, conhecemos a represa/hidrelétrica HOVER, construída na primeira metade dos aos 30 e sem a qual toda Vegas e região não existiriam.
Dali seguimos ao Grand Canyon.
Bom, superlativo e a única palavra adequada a descreve-lo.
As fotos falam por si.
A única decepção ate agora: Não conseguimos alugar as motos como havíamos planejado. Estao esgotadas ...
Como não conseguimos as motos, alugamos outra SUV:
Saimos de Vegas, cruzando varias vezes a fronteira do Arizona, Utah, Utah, Arizona.
Paisagens belíssimas, q muito lembram o ATACMA, mas mais absolutas e com infraestrutura.
Cruzamos o Lago/represa/hidrelétrica POWEL e estamos em PAGE, Utah, região do GLEN (não Grand) Canyon.
Amanha, Monument Valley e depois SFsco.
E isso.
SAN FRANCISCO
Komrades:
Chegamos a San Fsco.
Não foi fácil.
Deixamos Utah e seguimos viagem de carro.
Cruzamos o Monument Valley, cenário de filmes antológicos como Easy Rider, Forest Gump, Telma & Luise ....
Paisagens áridas e belas.
Pernoitamos numa cidade minúscula.
Acordamos cedo e seguimos viagem. Chegamos ao Parque Nacional Yosemite no começo da tarde.
Estrutura de cair o queixo e paisagens de enxugar a baba.
Dali seguimos mais 300 kms até Sfsco.
Já de noite uma surpresa: fui parado por uma patrulha rodoviária.
Estava de boa, mas o giroflex e a sirene, fortíssimos, não deixavam dúvida. Parei e tremi ....
Mr. Cop chegou e começou um interrogatório de uns 10 minutos. Documentos, de ondem vem, pra onde vão, onde passaram, qd entraram nos USA ... e muito mais.
Pus todos meus anos de inglês a prova e no final, o seu pulica foi muito legal.
Uma educação que nos assustou de tão primorosa.
Fui liberado e seguimos viagem.
Ao chegarmos em SFsco, péssima surpresa. NÃO TINHA HOTEL disponovil.
Tentamos mais de 15 e nada. NO VACANCY.
Depois de mais de 3 hs, fomos a outra cidade, plenamente esgotados e estressados, mas, enfim, banho e cama.
Aqui em SFsco tudo muito lindo, clima 10, cidade altíssimo astral.
Estamos muito bem, mas cancados de andar o dia todo.
Beijo pras mina, abraço pros mano!
Depois de muita “pernada”em San Francisco, onde visitamos a ChinaTown, a Union Square (valeu a visita ao The Westin St. Francis, de onde avistamos a cidade através do elevador panorâmico, a Macy’s, a Victoria Secret, a loja da Ferrari), a Golden Gate, andamos de bonde e almoçamos num restaurante italiano no bairro North Beach (ufa, primeira refeição maravilhosa, distante da opção hambúrguer com coca-cola ou omelete com bacon. Hehehe
Saimos de Oakland, cidade satélite de San Francisco sem rumo. Alias, rumo a Chicago, mas sem rota definida, apenas com a intenção de chegarmos em sete dias.
Almocamos em Petaluma, num restaurante estilo anos cinqüenta, Castaway.
Seguimos pelo norte da California, pela rodovia 1. Estradas sinuosas, costeando o oceano pacífico. Em que pese a serração, era possível avistar muitos trechos que foram devastados por ondas gigantes.
No fim da tarde, fomo surpreendidos com uma placa indicativa: Drive Thru Three.
A famosa sequóia enorme, de mais de 100 metros de altura e 7 metros de diâmetro, que permite a passagem de veículos por baixo.
Voces tem duvida que o David tentou passar com o carro? Hehehe... Passou, fotografou, se esbaldou...
Nas imediações, nos hospedamos num grande chalé. Aproveitei a ocasião para cozinhar um macarrão a carbonara... Claro que, a ausência de todos os insumos impediu que ficasse tão saboroso... Contudo, valeu para descontração do grupo...
De Redwoods, California, seguimos para Lakeview, estado de Oregan.
O caminho extremamente sinuoso foi determinante para as inúmeras paradas... Não para observar a paisagem, mas para eu “colocar as tripas para fora” hehehe
No fim da tarde, em Lakeview, após mais de seiscentos quilômetros rodados, finalmente encontramos um restaurante que servia o tradicional assado.
Um belo bife de filé mignon, com vegetais e saladas, servido a francesa nos fez esquecer todos os hamburgueres consumidos desde o inicio da viagem...hehehe
ATOMIC CITY - YELLOWSTONE - CODY (Cidade de Buffalo Bill)
KOMRADES:
A trip está D+, fauna, flora, geografia, relevo, tudo muito lindo, muito diferente, tudo muitíssimo organizado.
Deixamosa Califórnia e estamos adentrando pelas entranhas dos EUA. Sempre por estradas vicinais e nunca por autopistas, pra que possamos ver a vida como ela é no interior.
Os americanos, sem excecao, sao muito atenciosos, simpaticos e brincalhoes!
Estamos no estado do Wyoming, onde visitamos o parque YELLOWSTONE (aquele do Zé Colmeia)!
Antes, passamos por ATOMIC CITY, lugarejo de 25 (VINTE ECINCO) hab. e que foi a cidade criada pelo governo pra ser sede do programa de energia atômica nos anos 40!
Voltando ao Yellowstone: o parque é sensacional, com bisoes, alces, veados, aguias, esquilos, renas!
Está tudo muito bacana!
Abraço pros manos,, beijo pras minas!
ATOMIC CITY - YELLOWSTONE - CODY (Cidade de Buffalo Bill)
KOMRADES:
A trip está D+, fauna, flora, geografia, relevo, tudo muito lindo, muito diferente, tudo muitíssimo organizado.
Deixamosa Califórnia e estamos adentrando pelas entranhas dos EUA. Sempre por estradas vicinais e nunca por autopistas, pra que possamos ver a vida como ela é no interior.
Os americanos, sem excecao, sao muito atenciosos, simpaticos e brincalhoes!
Estamos no estado do Wyoming, onde visitamos o parque YELLOWSTONE (aquele do Zé Colmeia)!
Antes, passamos por ATOMIC CITY, lugarejo de 25 (VINTE ECINCO) hab. e que foi a cidade criada pelo governo pra ser sede do programa de energia atômica nos anos 40!
Voltando ao Yellowstone: o parque é sensacional, com bisoes, alces, veados, aguias, esquilos, renas!
Está tudo muito bacana!
Abraço pros manos,, beijo pras minas!
Depois de uma overdose de belas paisagens do Parque Yellostone, caímos na estrada rumo a próxima atração turística prevista no nosso roteiro: Mount Rushmore (aquela escultura retratando quatro presidentes lapidada na pedra presente em incontáveis desenhos animados e filmes americanos).
No fim da tarde, paramos em Cody, verdadeira capital do velho oeste.
A cidade conta com um Centro Historico do Buffalo Bill.
Jantamos em um restaurante originalmente country, Irmá Restaurant. Todos os clientes trajados de cowboy, inclusive com chapéu e faca na cintura. Engracadissimo...Contudo, no local, nos viramos a atração...hehehe
No dia seguinte, após explorarmos a cidade a pé, caímos na estrada, cientes que teríamos que rodar muito.
A paisagem, uma agradável surpresa: infindáveis campos com rolos de feno, em todas as tonalidades de verde possíveis...
Ah, não poderia deixar de destacar a malha ferroviária nesse trecho. Trens com inúmeros vagões, transportando minério de ferro.
No fim da tarde, chegamos em Custer. Nos hospedamos, jantamos um belo bife (finalmente o encontramos, agora ninguém mais quer McDonald`s), passeamos pela cidade.
Hoje cedo, seguimos para a região de Black Hills, uma região montanhosa que abriga a principal atração turística do estado, o Monte Rushmore, onde estão esculpidas os bustos de quatro presidentes americanos: George Washington, Thomas Jefferson, Theodore Roosevelt e Abraham Lincoln.
Passamos ainda pelas belas paisagens de Badlands, região de vales profundos, originários de seguidas erosões.
Bom, agora estamos em Baginton e amanhá pretendemos chegar a Chicago...
Abracos a todos...
CHICAGO
CHICAGO
Ufa, finalmente sobrou um tempinho para comentar nossos últimos dias.
No caminho de Baginton rumo a Chicago, almoçamos em Des Moins, capital do Estado de Iowa, no restaurante Perkins. Saboreamos uma truta ao molho de camarão e de sobremesa uma torta de maca simplesmente maravilhosa. A comida estava tão boa, que passamos a caçar esta franquia, contudo não a localizamos mais...
Chegamos em Chicago por volta das sete da noite. Como fizemos a reserva do hotel America`s Best inn Vallei pela internet, não tínhamos noção da distancia do centro da cidade. Ou melhor, havia a informação de que seria bem localizado e próximo da estação de metro. Contudo, só no local, depois de pago antecipadamente, vimos a tamanha furada. Longe demais do centro.
Optamos por estender a locação do veiculo, evitando prejuízos maiores.
Por fim, o que seria uma desvantagem, resultou em tamanho benefício. Conseguimos nos locomover com facilidade, ir no Out Let Premiumm, distante 40 km do Centro de Chicago e, claro, a um bar de blues.
Falando em diversão, Chicago é o berço do Blues. Há dezenas de bares com apresentação de artistas renomados. Escolhemos, por recomendação de um blog de uma brasileira, o Kingston Mines (2548 North Habsted). Para mim foi uma agradável surpresa assistir a dois shows de blues, com vocalistas femininas. Uma delas Joanna Connor, surpreendia pela desenvoltura na guitarra.
Dos passeios tradicionais que fizemos não posso deixar de recomendar uma volta na roda gigante no Nave Pier e a visita ao 92´ andar do Edificio Hancok Center, onde é possível avistar toda a cidade.
No quesito alimentação, foram-se os tempos de hambúrguer...heheh... Finalmente encontramos ótimos restaurantes. Em Chicago, dos lugares que almoçamos, recomendamos: Cocina Italiana, no Nave Pier, e Rosebud Tratoria, nas proximidades da famosa Avenida North Michegan.
Agora, estamos seguindo para Nova York.
Planejavamos viajar de trem, contudo repensamos. A viagem duraria 17 horas, num vagão desconfortável, distante das imagens cinematográficas das viagens de trem...hehehe
Sinceramente, acho que todos estão gostando mesmo do conforto e comodidade do carro.Nos longos trechos de estrada, ficamos saboreando guloseimas, contando “causos”, piadas, mentiras...hehehe... Os meninos já ficaram tão íntimos que vivem compartilhando suas necessidades fisiológicas...hehehe
A única coisa lamentável é que trouxe todo o meu equipamento de motocicleta. Uma mala enorme que tentei despachar pelo Fedex, mas o preço e a burocracia era tamanha, que desistimos. Resultado, até o Brasil temos um fardo para carregar... Pior, sem ter servido para nada, pois não conseguimos sequer uma motinho 125 para alugar...
Até Nova York meus amigos....